Crítica | O Touro Ferdinando (2017): ser diferente é legal

Vivemos em uma época onde ser diferente não é uma coisa necessariamente ruim. Embora muitas pessoas ainda vivam em suas caixas de areia, onde o mundo não evoluiu desde o século passado, é gratificante ver que no cinema nós estamos progredindo, com um número cada vez maior de obras representativas para os mais diversos públicos. E esse avanço também inclui as animações, ferramentas poderosíssimas na formação do caráter e da personalidade das futuras gerações. Graças a obras como “Zootopia”, “Moana” e agora “O Touro Ferdinando”, é cada vez mais comum ver o público desse gênero – formado majoritariamente por crianças -, quebrando preconceitos, vencendo a vergonha e percebendo que está tudo bem em ser quem realmente é.
Ao invés de treinar para as lutas nas touradas de Madrid, o simpático e extremamente carismático protagonista da nova obra do diretor brasileiro Carlos Saldanha (das franquias “A Era do Gelo” e “Rio”) é um pacifista que prefere cuidar de flores e de outros animaizinhos. Esse contraste é bem perceptível, tanto na personalidade, quanto na aparência do touro, uma figura gigantesca e imponente, dotada de características improváveis como amor e sensibilidade. Destaca-se o tratamento de questões delicadas de uma forma muito sutil e simples Leia a notícia completa

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