Crítica | Nasce Uma Estrela (2018): sobre estrelas cadentes e decadentes

Retratar o mundo da música parece só não ser uma tarefa tão comum em Hollywood quanto as tramas amorosas, estas sim infinitamente reproduzidas. Mas reunir as duas temáticas costuma sempre render obras empolgantes e emocionantes, pois dispõem de munição dupla (palavras e canções) para mostrar o seu “algo a mais”. Contudo, quando duas narrativas tão características são reunidas, é bem possível que a balança penda mais para um lado. “Nasce Uma Estrela”, ainda que consiga retratar esplendidamente o mundo musical de dentro e fora dos palcos, brilha de fato ao contar uma melodramática – e poderosa – história de amor.
Antes de apresentar o nascimento do título, o filme mostra, de forma sutil e dinâmica, o quão desmoronado está Jackson Maine (Bradley Cooper, “Vingadores: Guerra Infinita”), astro do rock country. Seu vício alcoólico incontrolável o leva a um bar drag após um show, onde pode ver pela primeira vez uma performance de Ally (Lady Gaga, da série “American Horror Story”), cujo talento e voz acarretam uma paixão imediata. Desde os minutos iniciais, fica visível o quanto a obra é humana de fato, pois as interpretações e os sentimentos vistos em tela são palpáveis e facilmente críveis. Aqui, o amor é leve, Leia a notícia completa

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