Crítica | Mentes Sombrias (2018): outra tentativa falha de emplacar uma nova saga adolescente

É correto afirmar que adaptações literárias de livros adolescentes não estão mais em alta, vide o fracasso dos recentes filmes da franquia “Divergente”, que mesmo tendo um elenco formado por bons atores, não conseguiu sair do lugar-comum. “Mentes Sombrias” tenta trazer de volta o sentimento de fascínio que “Jogos Vorazes” deixou, chegando ao ponto de escalar uma das atrizes da saga como protagonista. Mas não adiantou muito, já que ao pegar referências de tudo aquilo que deu certo antes, o longa acaba trazendo os erros consigo, soando repetitivo.
Baseado na obra de Alexandra Bracken, o filme fala sobre um futuro distópico onde crianças e adolescentes são afetadas por uma pandemia. Aqueles que sobreviveram acabam adquirindo poderes sobrenaturais e são enviados para espécies de campos de concentração, aonde são divididos por cores, baseadas em seu respectivo poder. No centro de tudo está Ruby Daly (Amandla Stenberg, a Rue de “Jogos Vorazes”), que com a ajuda de Cate (Mandy Moore, da série “This is Us”) foge de um desses campos, fazendo a função da “superpoderosa rara fugitiva” para que a trama possa andar.
A coreana Jennifer Yuh Nelson (“Kung Fu Panda 2“), faz o que pode na direção de um roteiro que sintetiza o que há de mais clichê Leia a notícia completa

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