Crítica | House of Cards (Netflix, 6ª Temporada): o castelo de cartas desabou [SÉRIE]

Responsável por colocar a Netflix no radar de muita gente lá em 2013, “House of Cards” foi inquestionavelmente uma das séries de maior sucesso dos últimos anos. Trazia, além do elenco de peso comandado pelo até então inquestionável Kevin Spacey, a produção de David Fincher (“Garota Exemplar”), um aparato técnico de muita qualidade, e, claro, uma história cativante. Toda aquela trama sobre corrupção e sede de poder, além do pano de fundo muito crível dos bastidores da política americana, seria a receita perfeita para brilhar. Arquitetada de forma magistral, a ponto de nos fazer ficar vidrados e ávidos por ver os próximos episódios, era praticamente impossível não “maratoná-la”.
Contudo, um mal comum às produções seriadas acabou se alastrando em “House of Cards”, e o nível até então altíssimo foi decaindo amargamente ao longo das temporadas. Antes magistral, passando por um período conturbado, mas que mantinha as esperanças dos espectadores devido ao apreço pela qualidade técnica, a obra rumou fundo em direção ao abismo, tornando-se quase que uma paródia de si mesma. E uma paródia muito mal feita, por sinal.
Depois da demissão do seu então astro (após a conduta detestável de Spacey fora das câmeras), “House of Cards” apresentava um futuro incerto. Leia a notícia completa

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