Crítica | Hotel Transilvânia 3 – Férias Monstruosas: faltou saber a hora de parar

Usar as figuras clássicas do cinema de horror para fazer comédias e sátiras não é novidade. Tanto no cinema quanto na televisão, personagens como Drácula, Frankenstein e Lobisomem já mostraram um lado cômico e divertido para reverter a lógica da sua própria essência. Por esse motivo, “Hotel Transilvânia” não foi um grande destaque quando chegou aos cinemas em 2012. Mesmo tendo um diretor como Genndy Tartakovsky (“O Laboratório de Dexter”), a animação parece não conseguir dar passos que vão muito além da própria sessão. O resultado é o sentimento de que aquilo poderia ser bom se houvesse coragem de ir além.
Na terceira tentativa de trazer o lado mais divertido dos monstros para o cinema, Tartakovsky, que também assina o roteiro ao lado de Michael McCullers (“O Poderoso Chefinho”), aposta num cenário novo para “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas“. Drácula decide tirar férias para poder passar um tempo com seus amigos e familiares e vai parar num cruzeiro monstruoso. Contudo, a capitã é pertence à família Van Helsing, lendária inimiga dos vampiros e outros monstros, e deseja eliminar para sempre o senhor da Transilvânia.
O poder mais icônico de uma boa animação está no uso inteligente do absurdo para criar um conceito Leia a notícia completa

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