Crítica | Deus Não Está Morto – Uma Luz Na Escuridão (2018): a mística do respeito mútuo

Um renomado teólogo católico, Karl Rahner, afirmou certa vez que “o cristão do século XXI ou será místico ou não será cristão”. A mística cristã, o relacionamento com Deus, tornou-se vítima do racionalismo e é tido como mero sentimento ou emoção. “Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão” apenas molha os pés nessa mística e evita mergulhar fundo, mas toca num assunto polêmico nos dias atuais.
O longa mostra a luta do reverendo Dave (David A. R. White, de “Deus Não Está Morto 2”) para manter sua igreja, Saint James, que fica numa universidade estadual, cujo conselho determinou ser ruim para sua imagem do campus. Tudo acontece após um incêndio destruir a igreja e abalar toda a vida do pastor. Em meio a investigação da causa do evento, o diretor Thomas Ellsworth (Ted McGinley, de “Você Acredita?”) aproveita o acontecido para seguir com o processo a favor da universidade. Assim se inicia a batalha de egos; de um lado, a manutenção de uma história familiar, e do outro, a imagem e expansão de uma universidade.
Apesar do cunho religioso de toda a franquia, neste terceiro filme o diretor Michael Mason não coloca nenhum dos lados como vítima de fato, e Leia a notícia completa

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